Porquê recuperar os Compostos Orgânicos Voláteis (COV)?
A recuperação de COV’s ocorre principalmente pelas razões seguintes:
- protecção do ambiente: redução de emissões, redução de odores
- vantagens económicas: preço elevado de alguns solventes, optimização da produção
- segurança: inflamabilidade das emissões de gases não tratadas
- cumprimento da legislação sobre resíduos gasosos.
A nossa solução para o problema de controlo das emissões de vapores: a tecnologia CIRRUS® VEC
A tecnologia
CIRRUS® VEC assenta num princípio físico segundo o qual o nível de saturação dos COV’s baixa ao mesmo tempo que a temperatura. Assim, os vapores condensam-se e criam um líquido fácil de evacuar, deixando apenas o gás portador purificado.
A solução
CIRRUS® VEC baseia-se na utilização de azoto líquido como agente refrigerante. É, por isso, devido à sua fraca agressividade para com o ambiente, uma tecnologia ecológica. Além disso, o azoto gasoso puro regenerado pode ser utilizado para as necessidades da empresa.
Utilização do sistema CIRRUS® VEC
Para que solventes?
Todos os COV’s ou misturas de COV’s, especialmente aqueles cujo ponto de congelação é inferior a - 30º C e a sua concentração superior a 20g/Nm3.
Esta tecnologia é utilizada para recuperar compostos orgânicos voláteis, como a acetona, o metanol, o etanol, o tolueno, o diclorometano e outros hidrocarbonetos clorados, ou misturas destes compostos, assim como compostos aromáticos.
Que caudais?
Caudais que podem ir até 2.000 Nm
3/h (saída de fábrica).
As vantagens específicas da nossa gama CIRRUS® VEC
- Purificação do ar, respeitando a legislação vigente (criogénico simples, ou aliado a uma técnica de adsorção)
- Elevada performance: rendimento de condensação habitualmente superior a 99% para os compostos voláteis presentes no efluente gasoso a tratar. O processo não contamina o produto recuperado; é possível reutilizar os solventes assim recuperados
- Redução de custos de exploração: o azoto gasoso que seria rejeitado fica disponível para outra utilização; não existem efluentes secundários, tais como, efluentes gasosos, agentes de absorção ou de adsorção, CO2 ou NOx; reutilização dos solventes recuperados
- Flexibilidade elevada para tratar cargas variáveis, graças à regulação da temperatura controlável à distância
- Reduzida manutenção: baixa probabilidade de avarias e desgaste; a instalação não tem praticamente quaisquer elementos articulados
- Configuração compacta e modular: pode-se deste modo ampliar a capacidade, adicionando um ou vários módulos sem necessidade de investimentos iniciais num equipamento sobre-dimensionado
- Rápida colocação em operação
- Segurança: a condensação criogénica é um método muito fiável. Efectivamente, o azoto é um gás inerte que não reage com os COV’s. O risco de incêndio é desta forma inexistente, uma vez que o processo ocorre a baixa temperatura e não existem peças em movimento que gerem fricção
- Ecológica: não gera águas residuais nem poluição secundária sob a forma de NOx, ácidos, gás ou dióxinas
- Evolutivo: adaptação do sistema à legislação ambiental, através de módulos de adsorção.